domingo, setembro 16, 2012
I Don’t!
domingo, agosto 26, 2012
When I listen to this music...
quarta-feira, agosto 22, 2012
Carta de despedida
sexta-feira, maio 11, 2012
When I was falling apart....

Estive perdida por um tempo, estive distante por um tempo, estive cansada por um tempo... De tentar descobrir qual seria a resposta. Cansei de perguntar, especular, buscar e apenas encontrar passos vagos pelos caminhos mais delirantes que resolvi atravessar. Descobri poesias que só em meus ouvidos despertaram paixão, senti paixões que só realizaram na minha imaginação, adormeci nos braços do amor infinito e da imortalidade da amizade sincera após despertar para a realidade da finitude e da falsidade.
Não sustento qualquer teoria derrotista diante da vida e da felicidade, apenas contemplo que tais sentimentos são frutos de momentos isolados, e quase "desconectados", da “realidade”. Não existem sentimentos estáticos, tão pouco garantia sobre os mesmos, existe apenas o sentir e a emoção de viver tais sentimentos. Sou grata por ter sido apresentada a quase todo tipo emoção, dói fundo a saudade que tenho de você, da minha ilusão e das flores do campo que trarias em Maio para enfeitar a nossa história. Ainda amarga nos meus lábios a lagrima perdida que insiste em cair a cada canção que canta a "nossa historia", como se você ainda estivesse aqui, como se eu ainda fosse aquela menina, como se nós ainda fossemos um só. Um só... Será que isso existe? Quem inventou esta fantasia?
A sensação de “unidade”, através deste caleidoscópio de emoções quando se fundem, faz de nós apenas um e, na sua ausência, faz de mim pedaços do que fui...
terça-feira, janeiro 31, 2012
Através de outro alguém...

Dizem que há certa teatralidade característica ao povo do Leste Europeu, que têm em suas veias cinzas inflamadas decorrentes das guerras enfrentadas durante longos anos em busca de um grito de liberdade, por mais clichê que esta ultima frase possa parecer é inegável que todos nós, em algum nível, buscamos “o grito de liberdade” em nossas vidas. O sangue quente dos balcânicos não lhes permite meio termo, não lhes permite alegrias contidas ou sofrimentos velados, eles exalam nas suas feições, como em todos os músculos dos seus corpos, cada lance de emoção que assola o seu estado de espírito. Há quem se incomode profundamente com esta maneira que vai da tragicidade à glória em fração de segundo, há quem mergulhe na catarse emocional destes e através deles vivencie as suas próprias vitórias e derrotas, sem nenhum pudor, e, assim, acabe por descobrir traços de si mesmo nesta hipérbole de emoções tão avassaladoramente densas e por vezes diametralmente opostas que coabitam muitas vezes um mesmo momento e estado de espírito, capaz de oscilar drasticamente em questão de segundos.
Da dor, do desespero, perpassando pelo caos, nasce o estado da alegria, de glória e de paz que se tornam indescritíveis devido a singularidade de tal sensação.
Toda esta minha narrativa, que perpassa pela característica de um povo, é fruto das recentes reflexões que trouxe à tona na tentativa de descobrir por que eu sinto, quase que na minha pele, fisicamente falando, de forma tão densa e intensa as emoções de uma pessoa que - não fosse o fato de saber eu da sua existência - poderia apenas existir só no campo imaginário.
A realidade é que na vida encontramos espelhos, espelhos estes que refletem muitas vezes o nosso eu mais nu, mais cru, mais real, e, por uma indescritível ironia, este nosso “eu” mais próximo à nossa essência não se mostra para nós facilmente através de nós mesmos, mas é justamente “fora de nós” que encontramos o eco de nossa existência através da existência de outra pessoa e, assim, damos sentido às nossas vidas, não apenas pela admiração, ou não, de um determinado alguém, mas pela descoberta escancarada de nossos mais profundos sentimentos desnudados na pele de outra pessoa.
domingo, dezembro 25, 2011
O Fim.

O fato é que eu não sei o que vem depois deste "fim" e a ideia de deixar de ser não me é nada agradável!!! A velhice nos mostra quão vulneráveis e efêmeros nós somos, ela, de forma quase sádica, nos força a viver tudo que é revigorante e animador na juventude, para depois nos colocar no nosso devido lugar: somos um pedaço frágil de vida que teve muita sorte por chegar à sombra do que fomos outrora. Ah, claro, há toda a sabedoria que a idade e maturidade nos trazem, e todos os erros que cometemos ficam tão escancaramente claros nesta etapa! O problema é que só serve de reflexão, não tem como fazer nada de prático para mudar o rumo dos erros passados. Há muita música nostálgica... Muitas fotos cheias de emoção de outrora - quase desbotadas pelo tempo que assola a sua própria imagem-, há a lembrança de dias tão distantes que parece que muitas vezes ocorreram em uma outra vida...
sexta-feira, setembro 23, 2011
The time goes one...
Can you hear me??? I can do nothing else! So let's try again, let's go back to the time when I had the choice and I blew up, I failed. I was scared and afraid of our love wasn't enough to make us go through the life strong, as we used to be. I prefered give up to take a risk to see that our love wasn't everything that we believe that it was that time. Ok, I can't go back but I can write a new version of me, maybe, of us! Can I cry now?
domingo, agosto 07, 2011
Make it work!

I already spread all the sorrow around me before you come over here, now I'm just smiling when you go to bed. I grab your arm and I try to fix this mess that I'm living right now! so It’s so confusing and complicated and… Sometimes it’s a sin! I know you know me enough to take me seriously. But I know that you don’t understand about my feelings although you love me! But, sometimes, even love, is not enough to make us together in this mean world. Just think about it and try to do your best! We deserve that!




