segunda-feira, janeiro 20, 2014

I would take it back!

 

 
I would take it back, I would take my 'destiny' back just to get another minute 'of you' here, my hero.... But Who really cares? Death is nothing when we lay down under the stars, do you remember? I was just a scary child, but happy to get in your arms.... Because there I was protected like I never would be in this hell calls life!
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(...) The stars in few minutes of eternity, I got it and I sincerely hope you, at least, has reached your dreams in that minute.
I remember when God says to me: "It'll hurt but you'll love the pain"...

quinta-feira, dezembro 26, 2013

I don't wanna talk.... But it Hurts!




Não sei como começar este pedaço de reflexão... Não sei como expressar como isso tudo me destrói, me consome e me liberta – da maneira mais agressiva que jamais pude imaginar-, mas liberta. Todo meu pranto você enxugou com devoção, toda minha insegurança se esvaiu a medida que você sedimentou minha “calçada encantada”, mas a vida é demasiadamente complexa para fazer sentido, quiçá perfeita. “playing by the rules”... É tudo que me resta, após todos estes anos de buscas intrigantes, nas noites mais improváveis, sob as árvores solitárias da minha adolescência... 


E ainda que nada de concreto tivesse sido construído... Havia o futuro, transbordando de sonhos infindáveis, havia a certeza de que em algum momento eu seria recompensada por acreditar cegamente – e ingenuamente – no “poder” do amor capaz de fazer "a terra girar em minhas mãos"! Mas eu me traí! 


Embora os meus fins de tarde ensolarados permaneçam intactos - nos meus eternos 16 anos - você continua sendo meu anjo e, como na minha infância, eu continuo pecando – toda vez que hesito entre a dor e o amor. Mas, sabe? Eu ainda estou viva! Ainda consigo respirar! 

Poucos são aqueles capazes de enxergar além destas rasas palavras cheias de sentimentos contraditórios despejadas nesta despretenciosa tela em branco. E só aqueles que enxergam a minha alma e, que de alguma maneira um dia a tocaram, podem compreender o segredo que guardo e queima dentro de mim. No mais eu estou bem, vivendo dentro do quadrado perfeito que eu criei para minha própria segurança. Ele é de certa forma ‘seguro’ e tão cinza quanto os meus mais indeléveis medos.

terça-feira, novembro 19, 2013

Estes dias...




Estes dias tenho pensando em absolutamente tudo, e nada, do que não foi e nunca será. Estes dias tenho me entregando aos momentos cintilantes que ainda posso viver - fora do estado de vigília - a história da minha vida. "Eu escolhi escolher ser escolhida". Mas talvez eu tenha pecado na noite em que me entreguei a uma fantasia vaga, e quase material, de que era absolutamente possível viver todas as delicadas nuances da vida e suas infinitas possibilidades. Eu sei que errei quando eu quis estar “no teu lugar” e “ser você” para sempre, posto que a única certeza é a da incerteza. Não se pode prometer nada acerca do futuro, eu sei, mas não sei viver sem a falsa segurança que as promessas trazem. Não suportaria acordar sem ter a “certeza” da eternidade das coisas, ainda que a inexorável realidade traga abaixo todos os castelos de areia, a cada nova lua que se inicia. Não saberia viver sem estar parte da minha existência no meu passado - no único lugar que posso ‘ser’ e ‘estar’ ao mesmo tempo dentro de mim. Nada pode tirar tudo o que já me foi dado, o presente é inapreensível justamente porque não pode ser rememorado e, ainda que seja o único momento real da nossa existência, é absurdamente inalcançável, chega a ser delirante querer entender este 'estado'. O futuro não existe, nunca existiu e nunca existirá, ele é hoje apenas uma ilusão do que queremos um dia lembrar!


A vida é, na verdade, um grande oceano de lembranças que navegam em nossas memórias. E nestas memórias eu tenho o abraço forte do meu pai, sorridente e lúcido, me levando para conhecer o mundo através da sua sabedoria peculiar. Nesta lembrança eu tenho a sua mão me acenando com todo amor e paciência do mundo “calma, você vai conseguir, confia!”. Nesta lembrança eu tenho a certeza da sua imortalidade, da sua jovialidade contagiante. Nesta lembrança eu tenho o rosto angelical da minha mãe me dizendo que “nunca irá partir sem mim”. Nesta lembrança eu tenho o abraço atemporal do meu amor, do deserto que atravessamos nas noites mais frias da nossa existência... De todas as vidas que já nos propusemos a “existir” juntos e de todas as vezes que senti a sua respiração. “Eu tentei te salvar, eu daria a eternidade por teu sorriso”, mas no mundo onde eu de fato existo isso não seria possível.

domingo, julho 21, 2013

I spend my whole life trying...Flying




Sonhei esta noite com você, meu passado! Meu pai, meu irmão, minhas memórias de um tempo quase perfeito, quase feliz. Eu pensei que jamais conseguiria sair, “voar”, encontrar fora deste lugar as respostas para as perguntas que fiz durante toda a minha vida... Na verdade ainda não encontrei as resposta, mas descobri que o mundo pode te fazer chorar até desmaiar, pode te fazer sorrir até cair e sangrar sem te tocar. Eu não pensei que fosse capaz de mentir como eu fiz, de fingir que me importava, eu não pensei que fosse capaz de após tanto tempo pensar em você e sentir tanto a sua falta, meu sangue! Sentir falta de ter sentido mais sua ausência, sentir falta de ter sentido mais a sua presença, sentir falta de ter pensado mais em como tudo aconteceu. Sentir falta de te pedir perdão e de, quem sabe, escutar teu perdão!

Eu tentei ser “impactante” durante muito tempo, desperdicei muita energia distraída olhando as gotas de chuva na minha janela, entretida com tudo aquilo que não dizia respeito às minhas próprias aflições, tive medo de perder e me recusei a enxergar as reais razões para algumas decisões importantes da minha vida. Passei os últimos meses em estado de “eterno resgate” desperdiçando um tempo que não voltará jamais, mas que me ensinou que não se perde, definitivamente, o que nunca se teve nesta vida! Por isso eu sei que nunca vou te perder, meu sangue, meu mundo e minha real paixão! Minha verdade ainda está tímida diante das transformações impostas, e necessárias, à minha caminhada. Hoje eu sei que nunca estive realmente só todas aquelas noites que me forçava a fazer parte de um “história”, quem ficou pelo caminho foi porque nunca entrou, nunca esteve “em mim” de verdade, nunca tocou a minha alma, e agradeço à vida que estes equívocos tenham ocorrido... Os caminhos errados, “sem coração”, são a maneira mais certa de achar o verdadeiro caminho.

Continue voando, anjo, continue iluminando o espaço, junto com as estrelas, através dos teus  cabelos brilhantes e sorriso contagiante! Continue fazendo parte da minha alma, do meu ser, do meu sangue por toda eternidade.

Amém.

sexta-feira, junho 07, 2013

Adieu Monsieur




Porque é hora de dar adeus a tudo aquilo que não faz mais parte da realidade, do presente, do doce amanhecer do agora. Porque é hora de voltar a sorrir genuinamente, debaixo das árvores graciosas da Primavera parisiense – sim, eu estive lá por duas vezes, mas na primeira vez foi cinza... Da segunda foi liberdade, sonhos e cores! Porque chegou a hora de escrever outras páginas, belas páginas, neste livro encantador que trago nas mãos, no coração, cravado na memória dos meus eternos dezesseis anos. Porque eu aprendi a esperar a tempestade passar e ao mesmo tempo regozijar-me com as gotas de chuva em minha janela nas manhãs cinza do outono, porque eu consegui sobreviver ao gélido inverno daquelas almas que foram irmãs por algumas páginas desta existência, porque eu consegui vestir o meu melhor sorriso e caminha pelo sol tropical quando não havia mais lágrimas para deixar para trás, assim, deixei para trás alguns sonhos dourados que cultivei na tela prateada da esperança, bem como “that bitter tears” que deixaram cicatrizes contundentes em meu coração. Precisei esperar o dia de hoje, e exatamente hoje, por diversas razões emocionais, consigo sorrir com leveza, ciente do caminho que começo a trilhar, ciente do que tive que, dentro de mim, enterrar, para finalmente viver a promessa dos meus sonhos apaixonados.
Sim, foi secular o meu processo de elaboração - como em toda a minha complexa existência – mas foi vivido! Meus fantasmas vieram na noite de ontem me dar seu ultimo adeus, acordei ainda assustada, mas aliviada com a descoberta que o sonho me trouxe.
E, sim, porque ninguém poderá tirar de mim a minha história, porque eu tentei tantas vezes quanto achei necessário, enquanto havia coração, e porque eu achei, novamente, o meu pulsar nesta caminhada.
 Adieu Monsieur.

quarta-feira, abril 17, 2013

Elfos...




Em homenagem a estes seres mágicos que encantam a natureza dancei mentalmente ao som das flautas do mês de abril. Em homenagem a toda liberdade que corre dentro das minhas veias ascendi uma vela rosa e rezei para a tristeza ir logo embora. Ao som das flautas do mês de abril eu me vi “como da primeira vez” nos braços do meu estranho mais intimo... Transportei-me para um ano encantado onde ajoelhastes entre os coqueirais para simbolicamente me da “as argolas do coração”. Eu nunca esqueci você, nem quando eu me esqueci de você, sabe por quê? Não se esquecem de almas irmãs. Não se esquecem de parte de nós mesmos. Mesmo cega pelo desejo superficial e frívolo da paixão, mesmo atormentada com as tempestades que me arrancavam do lar seguro, mesmo jogando para o alto o meu mais belo tesouro, eu nunca deixei de amar cada naco da sua existência. Viverei dora em diante com a sagrada missão de ser feliz, em nome de mim, em nome dos nossos sonhos mais lindos construídos nos recifes litorâneos, em nome de tudo que acredito.

Anjo de minha vida, vai em paz, estarei lá, no nosso local mágico, te esperando, na hora certa. Anjo da minha vida, cuida do teu coração, cuida do teu sonho, cuida de tua alegria, pois quando você sorri parte de minha alma se faz feliz. Anjo da minha vida, que no mais sagrado altar me esperou, perdoa esta humana errante, que se perdeu de si mesma por alguns instantes. Amém!