domingo, julho 23, 2006

Quando...

Quando foi que te deixei partir, “meus olhos”? Quando me esqueci de você? Me diz!
Ouço coisas falarem da sua existência. Escuto depoimentos contundentes da mais bela impressão que tua presença traz. E eu? Onde será que ficou os “meus olhos”? A minha certeza de te reencontrar novamente na estrada da vida...
Lembro-me da tarde ensolarada, das minhas lágrimas cheias de esperança de te encontrar no futuro... E o futuro, agora, já é presente. Eu continuo buscando “você”. Às vezes hesito, desisto, te apago de minhas ânsias frenéticas. Esqueço-me da tua existência e me perco no agora sem sentido.
Só que sempre tem um passado bem presente batendo à minha porta e me mostrando que eu não vivo sem você! Que nunca houve um dia errante sequer, nesta vida, em que seus “olhos” não estiveram a me espiar, a me velar, e a me amar como eu mereço. Como eu nasci para ser!
Ah meu passado! Meu generoso livro azul... Meu mundo perfeito! Sinto a sua falta. Sinto tanto...
A certeza de que nunca estive sozinha, de que sempre senti dentro do meu coração a sua prece, o seu canto acolhedor, e a "nossa" paz me trouxeram até “aqui” e isso, nada nem ninguém, será capaz de me tirar: o meu único e verdadeiro amor.

Um comentário:

Carol disse...

Amiga!!!
Nao entendi o seu diario hj!!!